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Autor
Invitado
Foro
Profissionais de Saúde Ambiental
Fecha
16:17 17/01/2009
Título
Será que valerá a pena estudar?
Mensaje
No Blogue do meu amigo Manteigas está um anúncio de uma empresa de HSST a solicitar um TSA/TSHST, no qual oferecem um salário de 680 euros/mês + 200 euros de ajudas de custo. Foca-se naquele que o critério de selecção mais importante é ser TSA...
Perante este anúncio, teço o seguinte comentário:
- A preferência de ser um TSA não se deverá ao facto do Coordenador Técnico daquela empresa ser também ele um TSA... Se assim for, esta preferência no mínimo é facciosa e não revela nada de significativo ou importância;
- Começo a concordar com os colegas que disseram que os TSA estão em saldo pois pelo preço de um técnico querem que exerça duas actividades distintas. Torna-se assim, mais barato, isto é, com uma paulada mata-se dois coelhos...;
- O salário divulgado é equivalente a um Técnico de Segurança de nível III e não de nível V. O ACT deveria inspeccionar empresas destas e verificar se os vencimentos dos técnicos correspondem ao mínimo regulamentado (parece-me a mim, que não corresponde...anda tudo, sem Rei, nem Roque);
- A minha empregada de limpeza aufere 5 euros por hora, representado um valor superior por hora ao salário oferecido por esta empresa a um TSA (4,25 euros/hora). Outro exemplo, as pessoas que trabalham nas caixas registadoras dos hiper e supermercados recebem em média 1000 euros por mês.
No ano 2000, existiam empresas HSST que ofereciam de entrada aos TSHST 200 000 $00 + ajudas de custo e no sector público o TSA detinha de vencimento de entrada 140 000$00. Parece-me que os vencimentos não tiveram evolução, estão em saldo ou sofreram uma deflação...
- Se não existissem TSA e TSHST em excesso, este anúncio poderia ser considerado no mínimo uma ofensa a todos os TÉCNICOS...
Perante esta análise, coloco a seguinte questão:
Será que valerá a pena estudar????'
Grésio Andrade
Re: Será que valerá a pena estudar?
19:04 / 20/01/2009
Invitado
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O Andrade afinal não consegue defender as suas teses no contraditório.
A minha sobrinha de 3 anos também conta a historia da carochinha quando sabe que se portou mal.
Re: Será que valerá a pena estudar?
18:35 / 20/01/2009
Invitado
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Caro Vítor
Se calhar e infelizmente, terás que ser um pouco salazarista, na gestão deste forum, algumas intervenções atingem mesmo o limite do tolerável e tecnicamente são uma nulidade.
Eu também tenho os meus dissabores, as minhas frustrações, as minhas vicissitudes, mas lavar a roupa suja aqui, é de muito mau tom e pouco coerente, num forum que se prevê que seja de partilha de saberes.
Como alguém já disse neste forum ,até para se dizer mal, temos de ser inteligentes.
PS: não confundas ??salazarista igual a rigoroso
Re: Será que valerá a pena estudar?
17:38 / 20/01/2009
Invitado
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(continuação)
- Oinc! Oinc! Quero eu, quero eu! Sou muito comilão, mas também dizem que sou bonacheirão.
- És muito simpático e pareces ser divertido. Mas com essa voz, acordavas-me a mim e aos meninos de noite! Também mão me caso contigo.
Depois, encheu o peito de ar, sorriu e voltou a perguntar:
- Quem quer casar com a Carochinha que é formosa e bonitinha?Com peito inchado, penas coloridas e luzidias, candidatou-se o Galo que resolveu cantar para impressionar.
- Cocorocó! Cocorococó! Quero eu, quero eu! Se casares comigo, vais madrugar.
- Galo garnisé, com tanto banzé acordavas-me a mim e aos meninos de noite! E, sem dormir, íamos passar o tempo a refilar.
A nossa amiga queria mesmo casar, por isso tinha de continuar. - Quem quer casar com a Carochinha que é formosa e bonitinha?
Com um miar meigo e a cauda bem levantada, aproximou-se o Gato janota a ronronar.
- Miau, renhaunhau. Quero eu, quero eu! Se gostas de leite, peixe fresquinho e de apanhar banhos de sol nos telhados, então podemos casar.
- Banhos de sol talvez? Mas leite? Peixe fresquinho? E, com essa voz, acordavas-me a mim e aos meninos de noite! Não, não é contigo que vou subir ao altar.
Seria possível? Seria assim tão difícil encontrar alguém que não fosse barulhento? Mas foi então que reparou em alguém que se aproximava a passo lento.
- Oin, in, oin. Quero eu, quero eu! ? zurrou o Burro ? Olha, se casares comigo, não vais dormir ao relento.
- Mas com essa voz, acordavas-me a mim e aos meninos de noite! A minha vida ia ser um verdadeiro tormento!
Como já era tarde, a Carochinha pensou que seria melhor ir tratar do jantar, mas foi então que ouviu chiar?
- Hi, hi! E a mim, não vais perguntar se quero casar?
Com um sorriso de felicidade por encontrar alguém tão simpático e com uma voz tão fininha, a Carochinha correu para o pátio.
- Como te chamas?
- Sou o João Ratão. Queres casar comigo ou não?
A Carochinha convidou-o a entrar, pois tinham muito que conversar e uma data de casamento para marcar. Enviaram os convites, compraram a roupa e prepararam a boda a rigor com o senhor prior.
Domingo era o grande dia! A noiva foi a última a entrar na igreja e estava linda, de causar inveja. O João Ratão estava orgulhoso mas também muito nervoso. Trocaram juras de amor eterno e, no fim, choveu porque era Inverno. Foi então que o João Ratão se lembrou da viagem ao Japão. Correu para casa, porque se tinha esquecido das luvas, mas sentiu um cheirinho gostoso e, acabou por ir espreitar o caldeirão.
Pouco depois, a Carochinha achou melhor ir procurar o marido que estava a demorar.
- João Ratão, encontraste as luvas? ? chamou ela ao entrar.
Procurou, procurou e quando chegou perto do caldeirão, quase desmaiou e gritou:
- Ai o meu marido, o meu rico João Ratão, cozido e assado no caldeirão!
E assim acaba a história da linda Carochinha, que ficou sem o João Ratão, pois era guloso e caiu no caldeirão.
Grésio Andrade
Re: Será que valerá a pena estudar?
17:37 / 20/01/2009
Invitado
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Para o meu querido Joãozinho
Como prometi que iria ser menos violento ao Manteigas, transcrevo Contos Tradicionais Portugueses de Fátima Sobral:
Há muito tempo, uma Carochinha, muito vaidosa, decidiu que queria casar...
Reza a história, bem velhinha, que havia uma Carochinha, que por ser engraçadinha, teimou que haveria de casar.
Certo dia, quando estava a varrer a cozinha, encontrou uma moeda de cinco réis e correu para ir dizer à vizinha que já não tinha de esperar.
Vaidosa como era, escolheu o seu melhor vestido e foi pôr-se à janela para ver se arranjava marido.
Pensou como deveria começar e decidiu cantar:
- Quem quer casar com a Carochinha, que é formosa e bonitinha?
- Muu?, Muu?Quero eu, quero eu! ? mugiu o Boi mostrando-se muito interessado ? Se casares comigo, vais andar o dia inteiro no prado?
- Que voz é essa? Com essa voz, acordavas-me a mim e aos meninos de noite! Contigo é que não quero casar! E, além disso, tenho pressa?
Como era o primeiro pretendente, não ficou desanimada e continuou a perguntar, desta vez com uma voz mais alegre e um aperto no coração.
- Quem quer casar com a Carochinha que é formosa e bonitinha?
Mal tinha acabado de dizer a última palavra, apareceu o Cão que ladrava e gania de animação.
- Ão, ão! Quero eu, quero eu! Se casares comigo, tens uma casota toda janota e comida saborosa que me dá a D. Rosa.
- Ai pobre de mim! Que alarido! ? queixou-se dando um suspiro ? Com essa voz, acordavas-me a mim e aos meninos de noite! Não, não me serves para marido.
Ficou a ver o Cão a afastar-se com as orelhas baixas e o rabo entre as pernas, e voltou a tentar a sua sorte.
- Quem quer casar com a Carochinha que é formosa e bonitinha?
Muito gorducho e envergonhado, aproximou-se o Porco com um rabo que mais parecia um saca-rolhas e o focinho molhado.
Re: Será que valerá a pena estudar?
17:34 / 20/01/2009
Invitado
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Caro Manteigas
Relativamente à última mensagem que coloquei...Só a coloquei porque fui picado por ?insectos zezinhos? e por todos os lados (uma pessoa não é de ferro), mas prometo que para a próxima tentarei moderar os meus instintos violentos...para mim é um pouco difícil...tenho o sangue quente...
No que respeita à dúvida:
?Quando refere que "a formação deveria ser exigente e altamente qualificada do ponto de vista teórico e prático e é o que não acontece actualmente", refere-se aos TSA ou aos TSHT??? O "actualmente" que usou foi intencional e significa que antes era melhor???
? eu digo o seguinte:
- A formação de TSA e TSHT deverá ser exigente e não acontece actualmente, por exemplo: a maioria dos Institutos, Escolas e Universidades encontram-se a leccionar determinadas matérias teóricas e práticas (ruído, vibrações, etc...) sem possuírem os procedimentos certificados/homologados pelo Instituto Português da Qualidade e os seus equipamentos de medição não se encontram verificados e ou calibrados, segundo as orientações das ISO?s. Os estudos científicos publicados em revistas e congressos/eventos nacionais e internacionais pelos alunos (TSA/TSHT) e professores revelam muitas vezes falhas que provêm de uma má formação que adquiriram ou falta de motivação para aprenderem novas matérias e técnicas... Um mau professor dá origem a um mau aluno e vice-versa... Eu sei, que os Institutos, Escolas e Universidades não possuem, neste momento, cabimento orçamental para homologar os seus procedimentos/equipamentos. Se por ventura existisse homologação, muitos Professores e Formadores necessitariam de uma reciclagem...;
- Não digo que actualmente seja melhor ou pior do que antigamente... digo sim, que o nosso país desenvolve nos mais diferentes Institutos, Escolas e Universidades a cultura do facilitismo e do pouco rigor técnico-científico?o que, por vezes, origina gozo e rizada aos Técnicos mais entendidos e especializados? Estou a dizer isto, porque já presenciei uma apresentação de um estudo num Colóquio Internacional duma Universidade prestigiada do País, realizado por TSA?s, os quais utilizaram equipamentos rudimentares e portáteis na avaliação de contaminantes atmosféricos... Este facto, deu origem a que os Professores Doutores Engenheiros das Universidades criticassem a falta de rigor técnico-científico das conclusões obtidas no estudo... É preciso ter em atenção à credibilidade dos estudos e às más orientações por parte dos Professores e Formadores (estes estudos dão má imagem a todos TSA / TSHT)... Para realizar um estudo científico com cabeça, tronco e membros é preciso ter muito trabalho e ter conhecimento de causa... e muitas vezes não têm e não querem ter...É a imagem do nosso país!!!
Grésio Andrade
Re: Será que valerá a pena estudar?
12:11 / 20/01/2009
Invitado
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Será que o Andrade não percebe que este tipo de controlo artificial do acesso à qualificação é pernicioso. A comparação de números clausus na formação de técnicos e de médicos é totalmente absurda. Aliás o grave problema com a falta de médicos advém dessa regra imposta pelo corporativismo bacoco da classe médica. Afinal o Andrade também é sindicalista.
Oh Andrade faça este exercício simples? por acaso já pensou que o facto de existir falta de pessoal qualificado é que permite o duplo emprego. Ou julga que se existissem técnicos de SHST a pontapé haveria tanto tacho para as horas vagas dos TSA!
O mercado tem os seus defeitos mas tende ao equilíbrio? deixe as pessoas estudarem e tirarem o seu curso? os melhores encontrarão sempre emprego. Claro que na função pública esta regra não existe porque não há propriamente uma selecção pelo mérito. Isto enquanto a doutrina sindical dos Andrades prevalecer.
Joãozinho
Re: Será que valerá a pena estudar?
11:03 / 20/01/2009
Invitado
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Estudar vale sempre a pena.Aliás tudo vale a pena se a alma não é pequena . Só não vale a pena é serem semi-analfabetos com manias de Doutorice.
Re: Será que valerá a pena estudar?
01:45 / 20/01/2009
vitor_manteigas
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Olá "Grésio".
A ACT não procede à homologação de cursos nos mais diferentes institutos, escolas, etc... sem qualquer tipo de rigor e critério... a ACT tem critérios até muito rigorosos que têm de ser cumpridos para que a formação seja aprovada e reconhecida. São rigorosos mas não são elevados e nesse sentido não deixa de ser verdade que há cada vez mais TSSHT na sequência das muitas formações que existem, aprovadas de acordo com a lei. Se haveria necessidade de reformular os critérios, isso é outra questão!
Desengane-se colega. O duplo emprego não está ligado exclusivamente à necessidade de empresas adquirirem conhecimentos técnicos especializados em determinadas matérias que não dominam e pretendem dominar, mas sim na necessidade dos profissionais deterem mais recursos para aquelas que são as suas necessidades. Só isso ($$) justifica que um profissional se predisponha a ter dois empregos.
É verdade que esta situação do duplo emprego é uma questão transversal a muitos grupos profissionais, mas a questão não se pode colocar nos termos de querer, ou não, abdicar de complementos mensais... esta é uma questão de legalidade e muitas vezes, de seriedade. Pergunto eu: - com que frequência se pede autorização para a acumulação de funções?
No que diz respeito à sugestão dos números clausus, não concordo!! Julgo que se deveria promover, isso sim, a abertura de novos cursos/formação em função das necessidades do mercado (ponto final). Se os profissionais formados nas escolas que existem são suficientes para as necessidades, não se autorizam novos curso e pronto!!
Quando refere que "a formação deveria ser exigente e altamente qualificada do ponto de vista teórico e prático e é o que não acontece actualmente", refere-se aos TSA ou aos TSSHT??? O "actualmente" que usou foi intencional e significa que antes era melhor??
Só para lhe dar conta de que aquilo que pensamos ser, nem sempre é, adianto-lhe que antes de proceder à aplicação do instrumento de recolha de dados que usei para a determinação da satisfação profissional, no âmbito do mestrado que fiz, pensei: os TSA vão mostrar toda a sua insatisfação!...
Enganei-me!
Saudações ambientais,
Vítor Manteigas
Nota: gostei dos termos em que escreveu esta mensagem mas dispensaria, com agrado, os termos em que redigiu a outra. Detestaria ser apelidado novamente de salazarista, mas será um risco que acabarei por ter de correr. Esta nota final, como julgo terá percebido, não é exclusivamente para si.
Re: Será que valerá a pena estudar?
00:30 / 20/01/2009
Invitado
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Aos Booobos da Corte... Não respondo porque não estão ao meu nível!!! Cresçam e apereçam...
Grésio Andrade
Re: Será que valerá a pena estudar?
00:26 / 20/01/2009
Invitado
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Caro Amigo Manteigas
Relativamente ao baixo vencimento e ao duplo emprego dos TSA/TSHST acrescento ainda o seguinte:
- O excesso de TSA/TSHST, deve-se também ao proliferar de cursos homologados pelo ACT, sem ter em linha de conta o número e a natureza das empresas, bem como as ofertas de emprego subjacentes aquelas? Não se percebe como a ACT procede à homologação de cursos nos mais diferentes institutos, escolas, etc... sem qualquer tipo de rigor e critério? Parece-me, que o único rigor que existe é homologar para receberem a respectiva verba de auto-financiamento;
- O número de TSA /TSHST deveria ser restritivo, em função de números clausus, isto é, das necessidades emergentes do mercado de trabalho... Tal e qual, como acontece com os médicos... Acho que da maneira como estão as coisas, os Técnicos no futuro ficarão no desemprego ou a exercer uma actividade diferente para aquela em que se formaram (sem desprestigiar ninguém, irão ser empregadas de limpeza, soldadores, trolhas, canalizadores, etc);
- Se fossem criados os números clausus poderia ter consequências ao nível emprego dos actuais Formadores e Professores Universitários. A falta de emprego esporádica daqueles poderia ser atenuada através do seu aproveitamento em projectos de âmbito nacional e internacional e de cariz técnico-científico, em diferentes Ministérios e Serviços do Estado. Evitava-se assim, o desemprego destes profissionais;
- O principal problema do excesso de Técnicos situa-se assim na falta de planeamento do número de Técnicos necessários, bem como da sua adequada formação técnica. A formação deveria ser exigente e altamente qualificada do ponto de vista teórico e prático e é o que não acontece actualmente;
- No que respeita ao duplo emprego...Este facto, acontece a todos os níveis e em todas Profissões: Engenheiros, Arquitectos, Médicos, Enfermeiros, Formadores, Professores Universitários, TSHST, TSA, Empregadas de limpeza, etc... Esta prática entrou na rotina e não estou a ver ninguém abdicar dos seus complementos mensais e nem vontade política para tal. Se a condição for abdicar dos tachos e tachinhos, então deveria ser para toda a gente e não só para alguns...;
- É preciso ter atenção que o duplo emprego está muitas vezes ligado à necessidade de empresas adquirirem conhecimentos técnicos especializados (ou na pior das hipóteses, obter fugas de informação relevante para proveito próprio) em determinadas matérias que não dominam e pretendem dominar, por exemplo: Processos de Certificação da Qualidade, de Ambiente, de Higiene e Segurança, de Auto-controlo Alimentar, de Produto e de Responsabilidade Social (nestas áreas é impossível acabar com o duplo emprego...)
Como se depreende, existe uma infinidade de problemas, os quais não são de fácil resolução?existem muitos interesses e vícios que serão difíceis de alterar?Seria preciso pelo menos uma dúzia de Sócrates!!!